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Instituto MID - Para a participação social das pessoas com deficiência Parte 4 - Page 4
Proposta de Políticas Públicas
Proposta de Políticas Públicas - Parte 4 PDF Imprimir E-mail

TRANSPORTE

1 – Unificar os critérios de isenção tarifária do transporte coletivo em âmbito Federal possibilitando a criação da carteira de transporte nacional para as pessoas com deficiência. (na situação atual cada município emite uma carteira que não é valida para locomoção em outros municípios).

2- Levantamento de todo o sistema de transporte municipal quanto a sua acessibilidade, incluindo a verificação do cumprimento das normas específicas existentes. De imediato incluir ônibus com Acessibilidade Universal em cada linha.

3- Verificar a obrigatoriedade das empresas manter agentes nos terminais de passageiros com treinamento para auxiliar pessoas com deficiência.

4 – Garantir condições de acesso aos terminais rodoviários, ferroviários às pessoas com deficiência.

5 – Treinar e capacitar todos os profissionais que trabalham na área de transportes coletivos (metrô, rodoviários, ferroviários) inclusive os motoristas de táxis em relação ao tratamento, atendimento e orientação às pessoas com deficiência. Promover esses treinamentos de forma a contemplar todos os tipos de deficiência.

6 – Unificar os critérios em âmbito Federal para utilização de vagas de estacionamento demarcadas para pessoas com deficiência.

7 – Transporte personalizado (Ex: vans, e micro ônibus) para pessoas com deficiência dentro das seguintes situações:
a – O tipo de deficiência requer atenção ou cuidado específico que não possa, ou que não é recomendável utilizar-se dos demais meios de transportes coletivos inclusive o transporte com Acessibilidade Universal.
b – O local de moradia ou de destino não é atendido por transporte coletivo com acessibilidade universal.
c – A Geografia física do local de saída, ou de destino impossibilita o deficiente a chegar no local de transporte adaptado.
Este cadastro deve permanecer aberto a todos os deficientes que queiram nele se inscrever.

8 – Colocação de legendas em Braile (itinerário) e piso tátil para pessoas com deficiência visual nos pontos de ônibus e terminais rodoviários e ferroviários.

9 – Recomendação aos gestores locais para que nos contratos de concessão vigentes intermunicipal e estadual que todo veículo adquirido em renovação de frota seja com Acessibilidade Universal.

10 – Quando da renovação dos contratos com as empresas de transporte, o poder público deve requerer/pleitear e fazer valer a inclusão de cláusulas pertinentes à Acessibilidade Universal contemplando à pessoa com deficiência, idosos, gestantes e com mobilidade reduzida.

11 – Garantir a realização de estudo do Governo Federal para isenção de impostos para veículos coletivos com Acessibilidade Universal.

12- Exigir que nos processos licitatórios de linhas de ônibus/metrô/trens seja incluída a exigência de adaptação dos veículos, em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

EMPREGABILIDADE

1– Cadastrar empresas da Região e manter levantamento permanente atualizado visando: a- fiscalização do cumprimento da legislação especifica que obriga empresas com cem ou mais funcionários a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficentes reabilitados ou pessoas com deficiência habilitadas. b- isonomia salarial em relação aos demais trabalhadores.

2– Garantir linhas de crédito para geração de renda prioritárias e específicas para as pessoas com deficiência. Ex – Banco do Povo.

3- Garantir acessibilidade de todos os cursos e espaços de qualificação profissional e incentivar a criação de formas alternativas de geração de renda para pessoas com deficiência

4- Centralizar as informações para colocação profissional em banco de dados regional unificado

5– Todos os cursos profissionalizantes da Região deverão observar no mínimo cota gratuita de 5% de vagas para pessoas com deficiência carentes.

6- Estabelecer cota afirmativa de no mínimo 15% para pessoas com deficiência no Programa Primeiro Emprego.

7– Parcerias entre iniciativa privada, terceiro setor e poder público para estabelecer diversos tipos de emprego protegido, para as pessoas com deficiência que não tenham acesso aos empregos não protegidos.

8– A concessão de espaço público para trabalho ambulante deve contemplar prioritariamente à pessoa com deficiência estabelecendo cota afirmativa mínima de 15%

9- Garantir a qualificação das pessoas com deficiência que buscam emprego e ainda não estão qualificadas através de iniciativas de programas públicos e privados.
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Notícias

Símbolos para deficiências na trajetória inclusiva

por Romeu Kazumi Sassaki

Artigo publicado na revista Reação, São Paulo, n. 66, jan./fev. 2009.

“Com sua diversidade, os signos, símbolos, logotipos e sinais representam a expressão de nossa época, que tudo permeia e marca, e são capazes de indicar o futuro, uma vez que mantêm e conservam o passado.†– Adrian Frutiger.

Como outros segmentos da população em geral, o das pessoas com deficiência tem se utilizado também de signos, emblemas, símbolos, logotipos, logomarcas e sinais a fim de comunicar - de maneira visual, sucinta e inequívoca - certas idéias para o público. A prática da transmissão de idéias através de imagens é tão antiga quanto a história da humanidade. Esta prática necessariamente
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RESILIÊNCIA

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Há mais de quarenta anos, a ciência tem-se interrogado sobre o fato de que certas pessoas têm a capacidade de superar as piores situações, enquanto outras ficam presas nas malhas da infelicidade e da angústia que se abateram sobre elas como numa rede engodada. Por que certos indivíduos são capazes de se levantar após um grande trauma e outros permanecem no chamado fundo do poço, incapazes de, mesmo sabendo não ter mais forças para cavar, subir tomando como apoio as paredes desse poço e continuar seu caminho?

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O ensino da filosofia e da sociologia: Contribuição para a inclusão escolar

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