| 665 - Pesquisa arqueológica sobre pessoas com deficiência |
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Clique aqui para o download do mp3. Olá Brasil! Em um sÃtio arqueológico, na Espanha, foi encontrado um crânio de uma criança com deficiência que viveu há quinhentos e trinta mil anos. Essa descoberta pode ser o primeiro indicio de que nossos ancestrais não eliminavam sua prole quando ela nascia com alguma deficiência. O fóssil apresenta traços de uma doença chamada craniossinostose, um fechamento prematuro da estrutura óssea que envolve o cérebro e que causa deformidade e danos psicomotores. A criança pertencia a um grupo de antepassados diretos dos neandertais e tinha entre cinco e doze anos. Segundo os pesquisadores. é possÃvel que a criança tenha recebido cuidados especiais dos outros membros do grupo devido a algum dano cognitivo ou motor que possa ter tido. O objetivo agora é continuar a busca por novas informações sobre o comportamento de nossos ancestrais em relação à deficiência. Tuca Munhoz para o Minuto da Inclusão.
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